Porquê tanto tempo à espera desta solução?
Inicialmente ,foi desenvolvido como antidepressivo, contudo, quando a sua eficácia não foi comprovada acabou por ser descontinuado.
Testosterona: a hormona do sexo?
O pilula viagra suplemento não deve ser tomado por pessoas que estejam usando remédios para depressão, diabetes ou possuam doença cardíaca ou asma. O Ginkgo biloba pode melhorar a libido feminina ao aumentar o fluxo sanguíneo na região dos órgãos genitais, além de ajudar a equilibrar neurotransmissores como dopamina e serotonina, que influenciam no prazer e humor. A dose do suplemento de ginkgo biloba pode variar entre 40 mg a 120 mg, 3 vezes por dia, devendo ser ingerido junto com a refeição para facilitar sua absorção. Embora seja um suplemento natural e seguro, o ginkgo biloba deve ser orientado pelo médico ou fitoterapeuta, sendo contra indicado em grávidas, mulheres em amamentação ou em pessoas com risco de hemorragia. A busca pelo viagra feminino tem despertado grande curiosidade, mas será que existe realmente uma solução para a diminuição do apetite sexual feminino?
6. Ginseng
Corria o ano de 2015, quando a agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA), deu aval à comercialização do primeiro medicamento, com o nome comercial de Addyi, que visava combater a diminuição do desejo sexual feminino. Este medicamento tem sido comercializado desde então nos Estados Unidos da América, com necessidade de receita médica, especialmente dirigido às mulheres que estão a entrar na menopausa. Promete melhorar o desejo sexual, assumindo-se como uma espécie de viagra feminino. No entanto, ao contrário do que acontece no viagra masculino, este medicamento funciona de forma distinta e há a necessidade de ser tomado diariamente, de forma a equilibrar determinados neurotransmissores cerebrais que têm um importante papel ao nível do desejo e da motivação sexual. A aprovação deste medicamento não está isenta de polémica e discussão. Posteriormente, voltou a ser novamente estudado, com o objetivo de intervir ao nível da diminuição do desejo sexual feminino.
- O Viagra feminino não existe como produto aprovado pela Agência Europeia do Medicamento.
- Alguns websites vendem suplementos ditos “naturais” para a libido feminina sem qualquer comprovação científica.
- A Direção-Geral da Saúde alerta para os riscos de comprar medicamentos fora do circuito farmacêutico legal.
- Produtos à base de plantas como o ginseng ou a maca têm evidência limitada e podem interagir com outros fármacos.
- A testosterona em doses baixas é por vezes usada off-label em mulheres pós-menopáusicas com desejo hipoativo, sob vigilância médica.
- Em Portugal, a testosterona para mulheres não está aprovada, sendo manipulada em farmácias apenas com receita médica.
- O acompanhamento psicológico é frequentemente mais eficaz do que qualquer comprimido para as queixas de desejo.
- A qualidade da relação e a comunicação com o parceiro são fatores determinantes da satisfação sexual feminina.
Após alguns chumbos devido aos efeitos secundários que apresenta (tonturas, náuseas, sonolência e diminuição da pressão arterial), a sua comercialização acabou por ser aprovada mas os seus efeitos positivos não se fizeram sentir exponencialmente nas mulheres, ao contrário do que seria de esperar (alguns estudos referem que apenas 8 a 13% das mulheres que participaram no estudo sentiram melhorias no desejo sexual). Tendo em conta estes dados, a existência e a pertinência de um viagra feminino tem gerado muita controvérsia e discussão na comunidade científica. Se por um lado, o viagra feminino poderia representar uma revolução ao nível da sexualidade feminina e na forma de tratar as disfunções sexuais, a verdade é que a maioria dos casos de diminuição da libido feminina parece dever-se a questões do foro psicológico (apenas uma pequena parte das dificuldades sexuais das mulheres se deve a desajustes dos neurotransmissores).
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Professional | 100mg | 180 + 4 comprimidos | 337.30€ 321.24€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 10 comprimidos | 28.76€ 27.39€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 90 + 8 saquetas | 258.02€ 245.73€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 30 + 5 saquetas | 115.76€ 110.25€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 360 + 10 comprimidos | 213.68€ 203.50€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 60 + 2 comprimidos | 146.74€ 139.75€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 10 comprimidos | 26.87€ 25.59€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 20 comprimidos | 71.14€ 67.75€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 60 + 8 comprimidos | 116.84€ 111.28€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 10 comprimidos | 40.96€ 39.01€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 270 + 10 comprimidos | 379.76€ 361.68€ | |
| Viagra Original | 100mg | 64 + 4 comprimidos | 264.15€ 251.57€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 120 + 8 comprimidos | 232.21€ 221.15€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 30 + 6 comprimidos | 64.09€ 61.04€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 10 saquetas | 46.36€ 44.15€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 30 + 4 comprimidos | 47.97€ 45.69€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 60 + 6 comprimidos | 152.94€ 145.66€ |
A ação da testosterona no cérebro humano passa por tornar as pessoas mais atentas aos sinais sexuais e estimular a sua imaginação sexual.
- Alguns médicos em Portugal prescrevem sildenafil a mulheres em situações muito específicas, como efeito secundário de antidepressivos ISRS.
- Os ISRS podem causar anorgasmia e redução da excitação; o sildenafil foi testado como adjuvante com resultados mistos.
- Não existem recomendações oficiais portuguesas que apoiem o uso rotineiro de sildenafil na disfunção sexual feminina.
- O uso off-label deve ser registado no processo clínico e requer consentimento informado da doente.
- As farmácias portuguesas dispensam sildenafil apenas mediante receita médica, mesmo para homens.
- Qualquer mulher que considere tomar Viagra deve primeiro excluir causas orgânicas tratáveis, como hipotiroidismo ou hiperprolactinemia.
- O rastreio de violência doméstica e problemas conjugais faz parte da avaliação da disfunção sexual feminina.
Esta ação da testosterona no desejo sexual tem sido sobretudo testada e comprovada nos homens. No entanto, um número mais limitado de estudos tem igualmente vindo a sugerir que também nas mulheres existe uma relação semelhante.
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Para ela, a complexidade emocional da sexualidade feminina e os problemas derivados dessa condição não têm, com frequência, causas médicas. Vários grandes laboratórios então interessados em desenvolver o “viagra feminino” abandonaram suas pesquisas, como o americano Pfizer, que desistiu dos testes clínicos em 2004. Nesse ano, um comitê de consulta da FDA recomendou a rejeição de um adesivo de pele com testosterona para mulheres, da Procter and Gamble. Em 2011, um gel de testosterona para mulheres de BioSante também fracassou nos testes. Alguns remédios para aumentar a libido feminina são o flibanserin, testosterona, DHEA, além de suplementos naturais, como tribulus terrestris, maca peruana, ginseng e ginkgo biloba.
4. Tribulus terrestris
A libido feminina pode diminuir por alterações hormonais, uso de medicamentos com estrogênio, menopausa ou pelo transtorno do desejo sexual hipoativo, que é a diminuição ou ausência de desejo sexual sem uma causa aparente no mínimo de 6 meses. Conheça outras causas da falta de libido. O tratamento com o uso de remédios ou suplementos deve ser orientado pelo ginecologista após avaliação dos níveis hormonais da mulher. No entanto, ter uma alimentação saudável, dormir bem e praticar exercícios pode ajudar a aumentar a libido feminina. Os principais remédios para aumentar a libido feminina são: O flibanserin é um remédio indicado para aumentar a libido feminina no caso de transtorno do desejo sexual hipoativo na pré-menopausa, que é a diminuição ou ausência de desejos sexuais por no mínimo de 6 meses sem uma causa aparente. Tendo em conta esses indicadores, a testosterona passou a ser procurada para tratar dificuldades ao nível do desejo sexual nas mulheres, dando início à busca pelo viagra feminino.
Só para tratar transtornos
Conhecido como viagra feminino, o flibanserin age regulando os níveis de neurotransmissores no cérebro, como a serotonina e a dopamina, aumentando assim a libido feminina. Entenda melhor para que serve o flibanserin. O tratamento com flibanserin deve ser orientado pelo ginecologista após avaliação do estado de saúde da mulher e geralmente é recomendado o uso de 1 comprimido por dia. O flibanserin não deve ser usado por mulheres que estejam grávidas ou amamentando, ou que tenham alergia a qualquer componente da fórmula, além de problemas no fígado. A testosterona é um hormônio que pode ser indicado pelo ginecologista ou endocrinologista no caso de transtorno do desejo sexual hipoativo, que é caracterizado pela redução ou ausência de desejo sexual por no mínimo de 6 meses.
3. DHEA
Os níveis de testosterona na mulher podem estar baixos por alguns fatores como envelhecimento, ausência de ovários ou o uso de medicamentos com estrogênio, que podem levar a sintomas como perda da libido e secura vaginal, por exemplo. O médico pode recomendar a testosterona em forma de gel ou cremes, comprimidos ou injeções. O uso da testosterona pode causar efeitos colaterais como acne, queda de cabelo e engrossamento da voz. Veja os efeitos da testosterona na mulher. O DHEA é um dos hormônios mais abundantes do corpo, e a sua suplementação pode ser indicada quando seus níveis estão baixos, o que pode ocorrer na menopausa. Desta forma, tem havido um maior investimento em estudos acerca da relação entre a testosterona e o desejo sexual feminino. Estes estudos têm mostrado que, nas mulheres, a relação entre a testosterona e a libido é bastante menos linear do que nos homens.
Quem não deve usar
O uso de suplementos de DHEA pode ser indicado pelo endocrinologista após avaliação dos níveis hormonais da mulher, sendo utilizado como uma reposição hormonal natural para melhorar a libido, a atrofia vaginal e aumentar a energia da mulher, por exemplo. A suplementação de DHEA não é recomendada para mulheres com histórico de câncer de mama ou ovário ou que façam uso de remédios, como tamoxifeno, anastrozol e letrozol, pois podem diminuir seus efeitos. O suplemento de tribulus terrestris possui propriedades afrodisíacas, podendo ser indicado para aumentar a libido em mulheres, além de ajudar no alívio dos sintomas da menopausa, como secura vaginal e irritabilidade. O tribulus terrestris é uma planta medicinal e pode ser encontrada na forma de suplementos em pó, geralmente com dose recomendada de 0,5 g a 3 g ao dia, ou em cápsulas, como dose entre 250 mg a 1500 mg por dia. No entanto, é aconselhado consultar o médico ou outro profissional de saúde com formação em fitoterapia para indicar a melhor dose do suplemento de tribulus terrestris, conforme objetivo, idade e estado de saúde da mulher.
1. Flibanserin
O suplemento de maca peruana é considerado um estimulante da libido, por possuir substâncias com propriedades tônicas e antidepressivas, além de diminuir o cansaço e a fadiga. A dose diária recomendada de maca peruana em cápsulas é de 3g ao dia, dividida em 3 doses, também pode ser consumida na forma de suplemento em pó, de 2 a 3 colheres de chá por dia, adicionada em vitaminas, iogurtes ou sucos de fruta, por exemplo. A maca peruana, apesar de ser uma planta medicinal, deve ser usada com orientação do médico, do nutricionista ou do fitoterapeuta, no entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliação do efeito no aumento da libido. O ginseng é uma planta medicinal que age no sistema nervoso estimulando a produção de dopamina, um neurotransmissor que aumenta a sensação de prazer e a libido. O suplemento de ginseng em cápsulas é indicado para melhorar o contato íntimo e aumentar a libido na mulher, e deve-se tomar de 1 a 3 cápsulas ao dia, de acordo com a orientação do médico, nutricionista ou fitoterapeuta. O que acontece é que, se em algumas mulheres a testosterona aumenta o desejo sexual, outras mulheres não mostram qualquer reação ao tratamento. Assim, o desafio atual passa por compreender porque é que algumas mulheres com dificuldades ao nível do desejo sexual respondem positivamente à testosterona e outras não.
- O custo do sildenafil em Portugal varia entre 5 e 15 euros por caixa, dependendo da dosagem e do número de comprimidos.
- Não há comparticipação do Serviço Nacional de Saúde para o sildenafil usado na disfunção erétil masculina.
- No caso raro de uso feminino off-label, o custo é integralmente suportado pela utente.
- As dosagens estudadas em mulheres variaram entre 25 mg e 100 mg, sem consenso sobre a dose ideal.
- Os efeitos adversos são dose-dependentes e mais frequentes com 100 mg.
- Não se recomenda ultrapassar uma toma diária, independentemente do sexo.
- O sildenafil deve ser tomado cerca de uma hora antes da atividade sexual, de preferência sem refeições pesadas.
Alguns especialistas defendem que o facto de algumas mulheres evidenciarem um nível baixo de libido apesar de terem níveis de testosterona normais pode estar associado a fatores de ordem psicológica, tais como determinadas características de personalidade ou dificuldade em sentir as próprias emoções. A confirmar-se, o problema da falta de libido poderá então ser abordado através da psicologia e os clínicos poderão avaliar a personalidade das pacientes e o seu estado emocional, previamente à prescrição de testosterona. Ao contrário do viagra feminino, que tem vindo a ganhar maior visibilidade nos últimos anos, o viagra masculino é já sobejamente conhecido.
| Substância | Mecanismo de ação | Fase de desenvolvimento | Resultados preliminares |
|---|---|---|---|
| Flibanserina | Modulador da serotonina e dopamina | Aprovado em alguns países | Aumento ligeiro do desejo em mulheres na pré-menopausa |
| Bremelanotida | Ativador do recetor da melanocortina | Aprovado nos EUA e Europa | Melhoria do desejo com administração subcutânea |
| Sildenafil tópico | Vasodilatação local | Ensaios clínicos fase II | Possível aumento da lubrificação e sensibilidade |
| Testosterona transdérmica | Reposição hormonal | Uso off-label em alguns contextos | Eficaz em mulheres pós-menopáusicas com défice androgénico |
| Ocitocina intranasal | Neuromodulador do vínculo e excitação | Investigação experimental | Dados limitados mas promissores |
No entanto, a sua descoberta parece ter sido um verdadeiro acaso. O viagra, que é possivelmente o medicamento mais utilizado para o tratamento da disfunção erétil, foi descoberto de forma totalmente acidental, na medida em que o seu propósito original passava por relaxar os vasos sanguíneos que rodeiam o coração com o objetivo de melhorar o fluxo sanguíneo em algumas doenças cardiovasculares.
- O aumento do fluxo sanguíneo genital provocado pelo sildenafil não se traduz automaticamente em melhoria do desejo sexual feminino.
- A excitação fisiológica e o desejo subjetivo são processos distintos, e o Viagra atua sobretudo no primeiro.
- Em mulheres pós-menopáusicas com perturbação da excitação, alguns ensaios mostraram resultados modestos e inconsistentes.
- As perturbações sexuais femininas têm frequentemente causas psicológicas, relacionais ou hormonais que o Viagra não trata.
- A lubrificação vaginal insuficiente pode melhorar com estrogénios tópicos, não com sildenafil oral.
- O uso experimental em mulheres deve ser sempre acompanhado por um médico com experiência em medicina sexual.
- Não existem em Portugal formulações de Viagra especificamente destinadas ao público feminino.