Já se estudaram outras alternativas para mulheres?
Um deles – Even the Score -, do qual a Sprout Pharmaceuticals faz parte, até preparou um vídeo de agradecimento à autoridade norte-americana.
Como tomar
E o consumo de álcool é totalmente contraindicado enquanto a mulher estiver a tomar a medicação. Durante os ensaios clínicos, as mulheres também referiram tonturas, náuseas, fadiga, insónia e boca seca. No site da empresa Sprout Pharmaceuticals lê-se que o medicamento não serve para tratar perda de desejo sexual devido a uma condição médica ou psiquiátrica coexistente, a problemas na relação ou a efeitos secundários de outros medicamentos. @US_FDA approves #flibanserin for female hypoactive sexual desire disorder pic.twitter.com/uJKDo493dK É certo que nenhum medicamento está livre de apresentar efeitos secundários, por isso há que avaliar se os benefícios compensam os riscos. Tendo em conta que uma em cada cinco mulheres referiu ter tido efeitos indesejados e que as melhorias são pouco significativas talvez não se justifique, como argumenta o médico Walid Fouad Gellad, citado pelo site Vox.
Flibanserin é o mesmo que Viagra?
A FDA aconselha que as mulheres interrompam a medicação se ao fim de oito semanas não notarem efeitos positivos no desejo sexual. Outro ponto importante é que as mulheres refiram qualquer tipo de alteração, visto que não existem estudos do efeito a longo prazo de um medicamento que deve ser tomado diariamente. O medicamento que agora foi aprovado pela autoridade que regula os medicamento e alimentos nos Estados Unidos (FDA, Food and Drug Administration) já tinha visto o pedido de comercialização recusado duas vezes em 2010 e 2013, por não conseguir demonstrar que realmente resolvia o problema e porque apresentava manifestações severas dos efeitos secundários. “A combinação de uma prova de eficácia não muito robusta e o facto de o perfil de segurança não estar bem caracterizado fez-nos concluir que não estaria pronto para aprovação”, disse Sandra Kweder, vice-diretora do Gabinete de Novos Fármacos da FDA, citada pela NPR. A aceitação de comercialização em agosto de 2015, mediante recomendação de um painel de especialistas, parece ter sido em parte influenciada pelos testemunhos de mulheres que dizem ter sentido melhorias depois de tomarem o medicamento e pela pressão de movimentos que acusam a FDA de não se preocupar o suficiente com a sexualidade feminina. “A aprovação de hoje [dia 18 de agosto de 2015] fornece às mulheres angustiadas com a falta de desejo sexual uma opção de tratamento autorizada”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA.
| Produto | Satisfação geral | Repetiria a compra | Efeitos secundários reportados |
|---|---|---|---|
| Lady Prelox | 7,2/10 | 65% | Náusea ligeira |
| Zestra | 6,8/10 | 58% | Irritação local |
| FemiPro | 7,5/10 | 70% | Insónia ocasional |
| Vyleesi | 8,1/10 | 72% | Cefaleia intensa |
“A FDA esforça-se por proteger e promover a saúde das mulheres e estamos comprometidos em apoiar o desenvolvimento de tratamentos seguros e eficazes para a disfunção sexual feminina.” Os ensaios clínicos realizados pelo laboratório Sprout Pharmaceuticals,
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Genérico | 100mg | 270 + 10 comprimidos | 270.47€ 257.59€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 60 + 6 comprimidos | 152.94€ 145.66€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 20 comprimidos | 55.02€ 52.40€ | |
| Viagra Original | 100mg | 48 + 4 comprimidos | 207.15€ 197.29€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 180 + 4 comprimidos | 337.30€ 321.24€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 270 + 10 comprimidos | 379.76€ 361.68€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 90 + 6 comprimidos | 107.37€ 102.26€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 270 + 30 comprimidos | 390.61€ 372.01€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 20 comprimidos | 40.52€ 38.59€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 60 + 4 comprimidos | 96.36€ 91.77€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 10 saquetas | 46.36€ 44.15€ |
que incluíram 2.400 mulheres antes de entrarem na menopausa, mostraram que o número de eventos sexuais satisfatórios foi maiores nas mulheres que tomaram flibanserina do que nas que tomaram placebo (comprimido sem medicamento dado com fins sugestivos).
Não é uma solução para todos
Poderosa ação antioxidanteO Libifeme, devido à sua composição, preserva a saúde das células da mucosa interna da vagina, e assim promove maior lubrificação vaginal. Ação vasodilatadoraLibifeme aumenta a irrigação sanguínea da zona genital. Como a composição de Libifeme é 100% à base de extratos estandardizados de plantas, não interfere com nenhum mecanismo hormonal e como tal não provoca alterações de peso nem de humor. Para mulheres em idade fértil, 1 comprimido pela manhã. Fazer toma mínima de 3 embalagens seguidas.
1. Flibanserin
Tempo de toma mínimo recomendado de 3 a 6 meses. Fazer sempre a toma durante um mínimo de 3 meses consecutivos e repetir sempre que seja necessário, durante o mesmo período de tempo. Cada embalagem tem 30 comprimidos, consumo para 1 mês. O Libifeme é um tónico sexual, 100% natural, suave e de eficácia terapêutica comprovada, que pode ajudar as mulheres com queixas de falta de libido sexual, reduzida lubrificação viagra femenino vaginal e/ou dor no ato sexual. Faça a sua encomenda de forma rápida e segura! Mas a diferença parece pequena: ao longo dos meses de tratamento, as mulheres que tomaram flibanserina tiveram mais 0,5 a 1 encontro sexual satisfatório por mês, contra 0,3 a 0,4 nas mulheres que tomaram placebo.
Cientistas alertam para possíveis consequências mortais da ‘vida espelhada’
As promessas são muitas, mas quais os cuidados a ter? Porquê tanto tempo à espera desta solução? Será que o comprimido cor-de-rosa funciona mesmo? Já se estudaram outras alternativas para mulheres? Viagra azul versus “viagra” rosa: qual a diferença?
5. Maca peruana
E outras recomendações para mulheres com falta de desejo sexual? A empresa farmacêutica norte-americana Sprout Pharmaceuticals conseguiu no dia 18 de agosto de 2015 a aprovação para comercialização, pela autoridade que regula a introdução dos medicamentos no mercado (FDA, Food and Drug Administration), do medicamento flibanserina, sob o nome comercial Addyi. O objetivo deste medicamento é tratar o transtorno de desejo sexual hipoativo (HSDD) – a diminuição do desejo sexual em mulheres que ainda não entraram na menopausa. “HSDD é definida com uma ausência persistente de pensamentos sexuais, de fantasias, de recetividade e vontade de envolvimento em atividades sexuais que causa ansiedade pessoal e nos relacionamentos e não pode ser justificado por outra condição médica ou pelo efeito de outra substância”, referiu o laboratório. Este medicamento é o primeiro no mercado com o objetivo de tratar diretamente a falta de desejo sexual – nenhum dos medicamentos de tratamento de disfunção sexual nos homens têm este objetivo. O medicamento que só funcionou em oito a 13 por cento das mulheres, segundo o site Vox, foi classificado de “um afrodisíaco medíocre
- Lubrificantes íntimos com efeito de aquecimento ou arrefecimento, que intensificam a sensibilidade clitoriana
- Óleos de massagem corporais com feromonas, desenhados para estimular a atração e o relaxamento
- Géis comestíveis com sabores frutados, que tornam os preliminares mais lúdicos e sensoriais
- Velas de massagem que se transformam em óleo morno, ideais para criar um ambiente íntimo
- Sprays corporais com fragrâncias afrodisíacas, como ylang-ylang, jasmim e sândalo
- Óvulos vaginais hidratantes com ácido hialurónico, para alívio prolongado da secura
- Cremes tópicos com ingredientes botânicos calmantes, como aloé vera e camomila
com efeitos secundários assustadores”, pela diretora do projeto PharmedOut da Universidade de Georgetown, Adriane Fugh-Berman, que estudou a campanha de marketing do flibanserina.
Para que serve
No início do estudo e a cada 4 semanas, as mulheres e respetivos cônjuges eram entrevistados e eram revistos aspetos da vida sexual da mulher como: libido (desejo sexual), dor no ato sexual, lubrificação adequada durante a relação sexual. Era também revisto o bem-estar geral da mulher e possíveis efeitos secundários. ResultadosDas 32 mulheres que apresentaram queixas na vida sexual com o cônjuge, 84% descreveram aumento da sua libido ao fim de 3 a 4 semanas de toma. O aumento da libido destas mulheres manifestou-se das seguintes formas:1. Maior satisfação na sua vida sexual, mais de metade destas mulheres correlaciona com:- Diminuição da dor;- Aumento da lubrificação vaginal.
Preservação da Libido
Das mulheres que entraram no estudo por apresentarem um historial de infertilidade de 2 a 15 anos, 75% relataram notório aumento da libido que conduziu à maior satisfação na sua vida sexual. Destas, 11 engravidaram ao fim de em média 3,5 meses (2-6 meses) de toma diária e sempre à mesma hora de Libifeme. Os componentes de Libifeme foram bem-tolerados por todas as mulheres estudadas e nenhum efeito secundário foi reportado. A lubrificação vaginal é vital para que as relações sexuais sejam satisfatórias, mas muitas mulheres têm este problema e sofrem em silêncio. (Libifeme é a solução ou Libifeme pode ajudar). No mesmo site lê-se que a farmacêutica não melhorou os resultados desde a recusa em 2013, mas lançou uma forte campanha para acusar a FDA se não se preocupar com a saúde sexual das mulheres. 5 reasons to be skeptical of the new "female Viagra" pic.twitter.com/8FuGiZPmYD A falta de desejo sexual feminino não depende exclusivamente de fatores biológicos, a maior parte são
Especialistas explicam que o medicamento pode não ser uma boa solução para todos os casos
Flibanserina é recomendado às mulheres na fase de pré-menopausa – que inclui toda a vida sexual da mulher até ao aparecimento dos primeiros sinais da menopausa – que sofra de transtorno de desejo sexual hipoativo. O medicamento Addyi, que se prevê que comece ser vendido a 17 de outubro, tem um composto que potencia e outro que inibe a ligação da serotonina – a hormona que regula, entre outras coisas, a ansiedade e o humor, mas também a locomoção, a fome e a líbido. Mas, como refere a FDA em comunicado, ainda não foi possível perceber qual o mecanismo pelo qual aumenta o desejo sexual e diminui a ansiedade em relação a isso. See how the 'female Viagra' drug works pic.twitter.com/fb9kzpz3dk A Business Insider referiu que os alvos do flibanserina são dois neurotransmissores (substâncias que transmitem impulso nervoso): a dopamina, que atua na sensação de recompensa e prazer, e a norepinefrina, que controla a atenção e e a resposta ao meio ambiente. No entanto, e como alertou Bernardo Barahona Corrêa, consultor na Unidade de Neuropsiquiatria da Fundação Champalimaud, ainda existem poucas evidências que este fármaco seja realmente eficaz a cumprir o objetivo a que se destina.
7. Ginkgo biloba
“Addyi foi aprovado com um estratégia para avaliação e mitigação do risco (REMS), que inclui elementos para assegurar o uso seguro (ETASU)”, referiu a FDA em comunicado de imprensa. Estas medidas foram tomadas devido aos efeitos secundários previstos: pode causar quebras de tensão e perdas de consciência, efeitos que são agravados quando há ingestão de álcool, quando a mulher está a tomar determinados medicamentos ou caso tenha problemas de fígado. O medicamento que promete ser revolucionário vem recheado de avisos e precauções: obriga à prescrição médica comprar viagra homem e à formação específica e certificação dos profissionais se saúde – médicos e farmacêuticos -, alerta a FDA. “Os doentes e aqueles que prescrevem [o medicamento] devem compreender totalmente os riscos associado ao uso de Addyi antes de considerarem o tratamento”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. Aconselha-se que as mulheres tomem o medicamento ao deitar, para diminuir as consequências dos possíveis efeitos secundários, como hipotensão, síncope ou sonolência. questões psicológicas, como as emoções e pensamentos, a baixa autoestima, as crenças sobre a sexualidade feminina, assim como a relação com o parceiro sexual e com os outros.
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